O frustrante é saber que não há escolha.
Não se pode olhar para alguém com quem as coisas seriam muito boas e de repente, se apaixonar.
A quimica é algo que coexiste entre os corpos de alguma forma, e não somos nós que a escolhemos, é ela que escolhe para nós.
O que será isso? O que atrai os corpos?
domingo, 15 de julho de 2012
meu amor,
eu sei que você não virá.
Sei que eu estarei fadado as noites vazias no peito e altas na cabeça.
Sei que a minha maldição é tudo aquilo que mais elogiam em mim e sei também que é ela que me preenche e não permite que eu passe todos os meus minutos no abismo.
Não haverá conforto, não haverá sorrisos.
E noites quentes nunca serão nada comparado ao que eu sentiria se eu fosse, de fato, encontrar você.
Porém nem todas as aguas são cristalinas e o dia já está amanhecendo e eu nem adormeci.
Quando eu despertar talvez existirá luz
eu sei que você não virá.
Sei que eu estarei fadado as noites vazias no peito e altas na cabeça.
Sei que a minha maldição é tudo aquilo que mais elogiam em mim e sei também que é ela que me preenche e não permite que eu passe todos os meus minutos no abismo.
Não haverá conforto, não haverá sorrisos.
E noites quentes nunca serão nada comparado ao que eu sentiria se eu fosse, de fato, encontrar você.
Porém nem todas as aguas são cristalinas e o dia já está amanhecendo e eu nem adormeci.
Quando eu despertar talvez existirá luz
domingo, 1 de julho de 2012
Eu virei a completa descrença.
Um medo empalhado resultado do coração partido de uma criança triste.
Eu, que sempre fui tão só, agora faço de tudo para não ter tempo de pensar no meu desespero e na minha solidão.
Acredito até, que estou tão acostumado com a minha solidão que já não me recordo como é a vida repleta de paixão.
Tenho noites agradáveis e mágicas.
Mas o fim delas é sempre o vazio da não existência de tudo que acompanha a ilusão.
Eu fico com a realidade, simples, dura ou confortadora. Não importa, eu só quero que a vida pulse como ela quer e que os momentos surjam ao invés de serem, estupidamente, calculados.
Está frio, não há carência, nem medo.
Um medo empalhado resultado do coração partido de uma criança triste.
Eu, que sempre fui tão só, agora faço de tudo para não ter tempo de pensar no meu desespero e na minha solidão.
Acredito até, que estou tão acostumado com a minha solidão que já não me recordo como é a vida repleta de paixão.
Tenho noites agradáveis e mágicas.
Mas o fim delas é sempre o vazio da não existência de tudo que acompanha a ilusão.
Eu fico com a realidade, simples, dura ou confortadora. Não importa, eu só quero que a vida pulse como ela quer e que os momentos surjam ao invés de serem, estupidamente, calculados.
Está frio, não há carência, nem medo.
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